Cachaça Vale do Cedro

Plantio de Cana-de-açúcar da Cachaça Vale do Cedro

Histórico

A cachaça Vale do Cedro foi fundada em 1996 em Palestina de Goiás com o intuito de produzir uma cachaça de alta qualidade através de uma produção sem agró-tóxicos e derivados que fazem mal ao consumidor. Nossa Cachaça vem conquistando consumidores desde então por ser fabricada com cana de açúcar especial, higiene e cuidado excepcionais.

Barris de estocagem da Cachaça Vale do Cedro

Produção

Para a obtenção de um produto final de qualidade superior é necessário controle rigoroso de todas as fases de procedimento, desde o plantio da matéria-prima, a cana-de-açúcar, até o envasamento da bebida. A produção da Cachaça Vale do Cedro começa com o cultivo ecologicamente correto da cana, o que inclui correção de solo e adubação orgânica, continuando com a utilização de plantas novas e sadias que não são submetidas à operação de queima, tão danosa ao solo e ao ambiente em geral.

Após o corte, as canas são lavadas e em no máximo 12 horas passam pela operação de moagem. Em seguida, o líquido obtido é purificado em dois ou mais decantadores, passando para a fase seguinte, na qual seu pH (teor de acidez) é verificado e seu Brix (teor de açúcares) é ajustado através da adição de água potável filtrada.

A seguir, a temperatura do caldo é ajustada a da dorna, onde já se encontra o pé-de=cuba, também conhecido como isca ou fermento. O caldo é então, transferido para a doma para que comece a ocorrer o processo de fermentação. O fermento (leveduras) utilizado é natural da cana-de-açúcar, sendo desenvolvido através da adição de quirera de milho, milho desidratado, germinado e torrado e farelo de arroz e/ou de soja.

A duração ideal do processo de fermentação situa-se entre 20 e 36 horas. Se este tempo for prolongado, o produto final apresentará alta acidez, o que provocará a sensação de “queima” durante sua ingestão.

Finda a etapa da fermentação começa a fase de alambique da Cachaça Vale do Cedro, cuja técnica foi sendo aprimorada através dos anos de experiências. A primeira parcela da destilação, chamada “cabeça” (contendo substâncias nocivas, tais como aldeídos, furfurol e metanol, entre outras), e a última parcela, chamada “cauda” (contendo álcool amílico, que provoca dor de cabeça, ressaca, gosto e cheiro ruins na boca), representando de 7.5% a 22.5%, do volume total, respectivamente, são descartadas. Somente a parcela central da destilação, conhecida como “coração” e representando 70% do volume total, é destinada à fase de envelhecimento.

Assim, obtém-se uma cachaça cuja qualidade será ainda mais aprimorada através de descanso, por um período mínimo de seis meses, em tonéis de madeira (Cachaça Bi-destilada “Tradicional”) ou de envelhecimento, por um período mínimo de um ano, em tonéis de madeira (Cachaça Bi-destilada “Reserva Especial Carvalho” e Cachaça Bi-destilada “Reserva Especial Jequitibá”) e por cinco anos, em tonéis de madeira (cachaça Bi-destilada “Reserva Especial Ouro” e Cachaça Bi-destilada “Reserva Especial Prata”). O período de descanso/envelhecimento visa a purificação da cachaça pela eliminação da acidez e de possíveis substâncias indesejáveis que ainda possam existir.

Durante todas as fases de processamento é de fundamental importância a assepsia de matéria-prima, instalações, equipamentos, tubulações, vasilhames, tonéis e pessoal.

É desta forma cuidadosa, com técnica e arte, que a cachaça Vale do Cedro é produzida para consumo e deleite dos apreciadores de uma bebida de qualidade superior.


Testemunhos